“Existe ex-namorado, ex-cantor, ex-amigo, ex-professor, ex-padre, ex-ator, ex-cunhado, ex-médico, mas nunca existiu ex-mãe”
Alguém quer, sei lá … se apaixonar por mim?
Boa piada, colega, boa piada. Agora favor, contar a próxima
LEIA, PORFAVOR, É MUITO IMPORTANTE PRA MIM. #ESSA É MINHA VIDA!
Meu nome é Brunna Rettore, tenho 17 anos, essa foto foi tirada hoje. Quando eu tava na sétima serie, eu fazia parte de um grupo de amigas, nós eramos 6 garotas. Quando eu pintei meu cabelo de ruivo, começaram as piadas, curupira, menstruada pela cabeça, etc… minhas “amigas” sempre me defendiam, mas certo dia quando eu tava saindo da escola, vi duas delas saindo juntas, eu ouvi elas falando de mim. Falavam que eu era ridicula, que não me vestia direito, que não me suportavam mais, que elas e as outras deviam me ignorar, que eu ficasse careca seria bem melhor. Quando cheguei em casa corri pro meu quarto, peguei todas as minhas roupas levei pro quintal e taquei fogo nelas… Minha mãe me chamou de louca, mas me deu dinheiro pra comprar roupas novas. Eu mudei totalmente meu visual. Fiquei morena, rockeira. Na oitava serie, conheci pessoas incriveis, e ninguém zombou de mim. Quando fui para o 1° ano, eu decidi mudar dinovo. Fis dois melhores amigos naquela sala. Mas não foi tudo tão bem assim. Tinha um garoto que vivia implicando comigo. (eu era branca, magra, cabelos lisos, pesava 47kg) Ele me chamava de branquela azeda, vampira, samara, noiva cadaver, vadia, cadela… Naquele dia eu tava acabada… E pela primeira vez, me cortei. Fiz três cortes no pulso, e acreditem ou não, aquilo ajudou a dor que eu sentia no coração amenizar. No dia seguinte, as coisas só pioraram. Aquele garoto atacava giz, lapis, pedras, em mim. Até que um dia quando ele jogou um giz em mim, acertou dentro do meu olho, e eu perdi 47% da visão desse olho, e novamente a noite, eu me cortei. No dia seguinte minha amiga me chamou e eu sentei do lado dela. Aquele garoto parou bem na minha frente, tacou meu caderno no outro lado da sala, e começou a me chingar de tudo que vocês podem imaginar, mas quando ele me chamou de “filha da puta” e virou as costas pra mim, eu levantei, empurrei ele e quando ele caiu no chão, eu comecei a socar a cara dele. Ele quebrou o nariz, e saiu com a boca cortada. Os professores me reprovaram por causa disso. Mais um ano no 1°. Só que nesse ano, a sala era dividida em grupos… Eu não fazia parte de nenhum. Todos, zombavam de mim, falavam que eu era maria macho por ter brigado com um garoto, falavam mal do meu cabelo, da minha roupa, da minha voz… Des da sétima serie eu me cortava, meus dois pulsos estavam cheios de cortes, e era difícil esconder eles. Então eu comecei a ficar meio depresiva, sempre que eu chegava perto da escola, eu sentia medo, angustia… Então eu cabulava, só que nunca voltava pra casa. Então descobri que sou dislexica, eu começava a sentir vontade de gritar e de jogar bem longe um livro quando eu pegava em um. Mas não era só pela escola. Em casa também é assim. Minha mãe reclama do meu peso, do meu estilo… Ela fala que eu não sei fazer nada que preste… Esse ano, pela terceira vez, eu to no 1° de novo, mas meus pais não sabem que eu não vou pra escola desde o primeiro dia de aula. Eu tinha falado pra ela que queria sair da escola pra arrumar um emprego, e ela e meu pai riram de mim, falavam que eu era burra, incompetente… Eles querem o que de mim então? eu quero trabalhar, mas eles não me apoiam, só criticam. Eu comecei a dormir tarde, e sempre que eles iam deitar, eu me trancava no banheiro e chorava baixinho… Chorava, me cortava, e quando podia, eu gritava. Desde semana passada que eles disseram que eu sou incompetente, eu passei a ignorar eles, a me fechar com eles. Eu choro por qualquer “bronquinha” que eles me dão, choro por qualquer indireta deles pra mim… E sabe o que eles falam? “Que se dane!”. Eu juro que se eu tivesse mais coragem, eu já teria fugido daqui. Mas a única pessoa que me faz ficar aqui, a única pessoa que ainda é sincera e verdadeira comigo, é meu primo Fábio. Ele ainda me faz rir, me faz sentir segura. Eu já me envolvi com drogas (não viciei graças a Deus), já pensei várias vezes em pegar a faca da cozinha, já pensei em tomar vários remédios… Eu queria ver quem realmente sentiria minha falta. Essa dor não é só por isso, é também por ser rejeitada pela pessoa que eu amo, pelo único garoto que eu seria capaz de levar um tiro… Ele não me ama, ele só me usa. Quando ele não tem mais ninguém, é pra mim que ele vem, porque ele sabe que eu não consigo dizer não pra ele. Ele já me enganou tantas vezes, mas também já me fez sentir a pessoa mais incrivel do mundo… Ele nunca mentiu pra mim… O problema é que ele não consegue se prender a uma pessoa. Já faz uns 5 meses que ele sumiu da minha vida, por escolha dele, acho que foi porque ele descobriu que sou apaixonada por ele. Eu choro olhando pro céu todas as noites implorando pra Deus cuidar dele por mim, implorando pra que alguma vez no meio da noite ele sinta a minha falta nem que seje só um pouquinho. Eu me corto até hoje. Eu sei que não é nada legal, mas é a única coisa que diminui minha dor. Meus problemas, são só meus. Ninguém pode resolver eles por mim. Então já que eu não tenho uma solução melhor, vai essa mesmo. Mas se alguém leu isso e chegou até aqui, não faça isso. Seje por coisas bullyng, problemas de família, amores não correspondidos… Não faça isso. Eu sei que dói. Eu sei como é se sentir um disperdicio de espaço. Mas acredite em mim, tem alguém que precisa ver o seu sorriso pra poder sorrir, tem alguém que precisa te olhar pra poder sonhar… É como a Demi Lovato disse “Não se machuque por quem não se machucaria por você…”. Se você leu até o final, eu agradeço de coração, porque isso é muito importante pra mim.
Melhores amigas pra sempre!
Perdi minha melhor amiga. Ela foi assassinada há cinco anos atrás. Ela foi estuprada e depois assassinada. Foi asfixiada, espancada e esfaqueada. Tínhamos 16 anos, era pra ser a fase mais feliz de nossa vida. Mas acabou sendo a pior pra mim. O que mais me dói é saber como ela sofreu. Nunca encontraram o assassino, então até hoje não foi feita justiça. Era meu aniversário, íamos fazer uma festa do pijama com todas as minhas amigas, e é claro que a Manu (a melhor amiga) ia estar. Ela ficou o dia todo na minha casa, ajudando a preparar as coisas. Ela foi embora então, voltaria à noite para a festa. Chegando a noite, todas as minhas amigas já estavam lá, menos a Manu, e nunca iria começar a diversão sem ela. Liguei na casa dela, então, e sua mãe estava chorando, dizendo que a Manu não tinha voltado desde a hora que foi para minha casa. Cancelei tudo, fui para a casa dela e fiquei lá, esperando junto com a mãe dela. Ligamos pra casa de vários parentes e amigos dela, mas ninguém sabia nada dela e ela não atendia o o celular. Resolvemos chamar a polícia, e então começaram a procurá-la. Duas horas depois, quase de madrugada, a polícia ligou dizendo que tinham encontrado a Manu. Mas não viva. Encontraram o corpo dela num terreno abandonado perto de um campo de futebol. Meu mundo acabou completamente ali. Foi o pior aniversário nos meus 16 anos de vida. Eu e sua mãe começamos a nos desesperar. Oras, era impossível a Manu estar morta. Não. Ela era imortal, não era? Nós é quem devíamos morrer primeiro que ela. Achei que só podia ser um pesadelo e que a qualquer momento eu iria acordar, e a Malu estaria dormindo do meu lado, como fazíamos desde o jardim de infância, uma dormindo na casa da outra. Ou ligar na sua casa e sua mãe dizer para eu esperar que logo a Manu viria me atender. Mas não era um pesadelo, tampoco. Era real. Manu tinha realmente morrido. Tinha ido embora para sempre. Nunca mais iria lhe abraçar e sentir seu cheiro de mel almíscar. Nunca mais iriam rir de tudo e de todos. Nunca mais lhe daria conselhos. Nunca mais iria ouvir sua risada que, não importasse o momento, sempre a fazia rir junto. Nunca mais. Nunca mais ia vê-la, nunca mais iam sair juntas, nunca mais iam assitir filmes juntas e babar pelos galãs. Nunca mais. A conhecia como a palma de minha mão, e ela me conhecia mais do que eu me conhecia. Tão linda que às vezes me doía os olhos. Simpática, divertida, inteligente e tão cheia de vida. No seu enterro, eu e sua mãe desmaiamos. Minha pressão baixou e tive que ficar três dias internada. Minha mãe dizia que quando eu dormia, no meio da noite ela conseguia me ouvir chamando a Manu. Depois de dois meses, eu ainda estava incoformada, sua mãe tinha se conformado um pouco, mas eu, nem de perto. Me afastei das minhas amigas, não ia para a escola. Mas um dia tive que ir, e quando cheguei lá, vi sua carteira vazia, e me doeu mais que tudo. A pior dor que senti. Tudo lá me lembrava ela. Eu ficava olhando pra porta, com esperança que a qualquer momento, ela iria cruzá-la, pedindo desculpas por chegar atrasada. Mas ela nunca chegou. E nunca chegaria. Uma noite, sonhei com ela. Que me abraçava, dizendo para eu ficar bem e feliz, porque era assim que ela estava. A partir desse dia, comecei a melhorar. Fui ao cinema com minhas antigas amigas, e me dediquei mais aos estudos. Mas nunca me esqueci dela. Era impossível. Chorava às vezes, mas não tanto como antes. Hoje tenho 21 anos, e toda vez que escuto Wake Me Up When September Ends da banda Green Day, que era sua música favorita, eu me acabo de chorar. Me lembro dela todos os dias, mas não com tristeza. Porque cada memória e lembrança que tenho dela, são boas e sei que aonde quer que ela esteja, está me acompanhando. E eu nunca terei outra melhor amiga. Nunca. Porque como eu sempre dizia para ela: Seremos melhores para sempre, certo, Manu? - e ela sempre me respondia. - Além da morte, Leleca.”
Você também acredita em amor à primeira vista?
“Sim, porque eu sempre soube dizer se uma mulher era especial à primeira vista. Eu absolutamente acredito no grande amor – é um sentimento tão bom! Quando você está apaixonado por alguém, você quer demonstrar a ela o tempo todo, que ela é a melhor no mundo inteiro.” (Robert Pattinson)
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